Belo Horizonte / MG - domingo, 26 de março de 2017

Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e Pânico

Trantorno de Ansiedade Gerneralizada (TAG) – Este é o mais comum dos distúrbios de ansiedade clinicamente significativos.

As manifestações iniciais ocorrem dos 20 aos 35 anos e ahá uma leve predominânia entre mulheres. Os sintomas de ansiedade são apreensão, preocupação, irritabilidade, dificuldade de concentração, insônia e sintomas somáticos (corporais) por 6 meses, geralmente.

As manifestações inluem as cardiovasculares (taquicardia, aumento da pressão arterial), gastrointestinais (pirose, náusea, dor epigástrica) e neurológicas (cefaléia, quase-síncope). O foco da ansiedade pode  ser desencadeado por inúmeras atividades diárias.

Transtorno de Pânico – Caractizado por curtos, recorrentes e imprevisiveis episódios de intensa ansiedade acompanhados por variadas manifestações fisiológicas.

Agorafobia (medo de lugares abertos, praças publicas) pode estar presente. Sintomas comuns são: dispnéia, taquicardia, palpitações, dores de cabeça, tontura, parestesias, cohques, náuseas e resposta de alarme (sensação de morte iminente).

Em 30% dos pacientes ocorrem ataques recorrentes de pânico noturnos (não confundir com pesadelos).

A ansiedade antecipatória se desenvolve em todos estes pacientes  e prejudica muito suas atividades de vida diária.

O pânico tende a ser uma doença familiar, com inicio antes dos 25 anos. Afeta de 3 a 5% da população e acomete duas mulheres para cada homem. O período pré-menstrual  é de etrema vlnerabiidade.

Os pacientes vão a avaliação medica de urgência com queixs de “ataque cardíaco” ou “hipoglicemia” antes que o diagnóstico correto seja feito.

Sintomas gastrointestinais são especificamente comuns, ocorrendo em aproximaamente um terço dos casos. Infarto do miocárdio, feocromocitoma, hipertiroidismo e drogas de abuso podem mimetizar ataques de pânico. Prolapso de mitral pode estar presente, mas não é um fator usualmente significante.

Pacientes com ataques de pânico recorrentes geralmente se tornam desmoralizados, hipocondríacos, (têm mania de doença) agorafóbicos (medo de lugares abertos) e deprimidos.

Estes indivíduos estão em risco aumentado para depressão maior e tentativas de suicídio associada com este distúrbio.

O abuso de álcool ocorre em 20% dos pacientes e resulta de uma tentativa de auto-medicação e não ocorre concomitantemente com a dependênica de sedativos.

Alguns pacientes têm ataques de pânico atípicos associados com sintomas semelhantes a convulsões que geralmente incluem fenômenos psicossensoriais (geralmente surge uma história de abuso de estimulantes). 25% dos pacientes com pânico também têm transtorno obsessvo compulsivo (TOC)